Videobabes: as mulheres mais sexy dos jogos
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mulheres de jogos de computador

É difícil afirmar com certeza qual a altura em que surgiu a primeira personagem feminina na condição de protagonista, nos videojogos. Certo é que durante muito tempo, todos eles se resumiam ao formato tradicional de herói-protagonista salva a dama em apuros. Aos poucos, as coisas foram mudando, em grande parte devido ao papel da Menina Croft, que provou a todos que as mulheres também podem ser o centro das atenções – algo que, surpreendentemente, nunca tinha sido pensado num mundo tão masculinizado como é o dos videojogos.

Os tempos passam, as personagens vão evoluindo, e aos poucos vai surgindo um grupo de personagens que nos faz lamentar o facto de serem virtuais… Hoje são muitos os jogos que apostam forte na sensualidade feminina como ponto forte de vendas. No entanto, uns conseguem-no melhor que outros…

Samus Aran (Metroid)

Samus AranSamus Aran

A par de Zelda e Super Mario, Metroid é das sagas mais nostálgicas e bem-sucedidas da Nintendo. Melhor ainda, o protagonista não é um elfo mascarado de Robin dos Bosques, muito menos um canalizador de farto bigode e barriga: em Metroid, controlamos (não no sentido S&M) Samus Aran, uma loira atlética de olhos azuis, caçadora de cabeças da era espacial. Infelizmente… está dentro de uma armadura espacial durante a maior parte do tempo, pelo que raramente a vemos, mas talvez seja isso que a torna ainda mais interessante.

Nasceu com o primeiro jogo Metroid, em 1986 para a velhinha SNES. É interessante notar que só no final é que o jogador descobria que a personagem principal é uma mulher, precisamente porque só no final é que Samus aparecia sem a sua armadura biónica. Desde então, essa peculiaridade tornou-se num motivo adicional de interesse para a série e para a personagem, que conta já com 13 aparições em diversos jogos (não só da saga Metroid, mas também no mais recente Super Smash Bros, onde tem a sua aparição sem fato mais prolongada).

Lara Croft (Tomb Raider)

Lara CroftLara Croft

Palavras para quê? É a mais famosa heroína dos videojogos de todos os tempos, um sex-symbol como não há memória no mundo dos bits e bytes. Revolucionou o conceito de personagem feminina no mundo dos jogos, colocando-as como protagonistas, o que para o jogador masculino, foi a prenda ideal…

A menina Croft é uma lenda viva e continua apta para saltos e acrobacias: jogos, filmes, série de animação e banda desenhada, e está para breve o mais novo capítulo da saga Tomb Raider.

Zoë Castillo (Dreamfall: The Longest Journey)

Zoë CastilloZoë Castillo

Zoë é a personagem principal da sequela de The Longest Journey, uma aventura gráfica sobre mundos paralelos, sociedades avançadas e magia. A acção tem lugar em 2219, num mundo pós-apocalíptico (no jogo é usado o termo “Collapse”) chamado Stark. Tudo começa quando o ex-namorado de Zoë (uma boa notícia: está disponível) lhe pede para ir buscar uma encomenda; a partir daí vê-se envolvida num complexo enredo que a levará à descoberta de Arcádia, um mundo paralelo onde a magia substitui a tecnologia dominante em Stark.

O jogo foi bastante aclamado pela crítica, atingindo pontuações bem altas nos websites e publicações de referência. Será que a presença de Zoë está relacionada com o sucesso?

Jill Valentine (Resident Evil)

Jill ValentineJill Valentine

Resident Evil é provavelmente a série de terror mais famosa do mundo dos videojogos. E por arrasto, Jill Valentine é também das mais populares heroínas – e mais sexy.

Estreou-se no primeiro título, regressando em Nemesis (a segunda sequela). A sua popularidade é tal que os fãs não descansaram enquanto Jill não apareceu também na versão cinematográfica (concretamente, em Resident Evil: Apocalypse).

Melhor ainda, está muito bem acompanhada na saga de terror: Claire Redfield e Ada Wong não lhe ficam muito atrás em sensualidade, mas ainda têm que andar um bocado para chegarem aos calcanhares de Jill na popularidade. E não é fácil de perceber porquê?

Princesa Farrah (Prince of Persia)

Princesa FarrahPrincesa Farrah

Já desde 1989 que esta menina – perdão, Princesa – consegue a proeza de se meter em problemas, e precisa do seu príncipe para a ir salvar. A eterna “dama em apuros” tem evoluído de uma forma bastante interessante: desde um amontoado de píxeis nas primeiras versões do jogo, até esta sensual (e, finalmente, guerreira – já não era sem tempo!) princesa persa, que nos faz perguntar que tal fará a dança do ventre?

Tecnicamente, só no Prince of Persia: Sand of Time de 2003 é que surgiu esta personagem em concreto, que teve continuidade em The Two Thrones; nas edições anteriores deste mítico jogo, era apenas “a princesa”, tal como o seu salvador, nunca teve outro nome que não “o príncipe”.

Em 2010 virá o filme, e com ele a bela princesa. Interpretada por Gemma Artenson (a mais recente Bond Girl de Quantum of Solace), terá outro nome (Tamina), e provavelmente outra personalidade que Farrah, mas… o que importa isso?

Yuna (Final Fantasy X)

YunaYuna

Yuna tem uma dupla faceta: a de princesa inocente e frágil, em Final Fantasy X, e a de guerreira activa em Final Fantasy X-2. Tanto uma como outra quebraram corações (virtualmente falando, como é óbvio) um pouco por todo o mundo.

Da saga Final Fantasy pouco há a dizer: uma das mais bem conseguidas séries de videojogos, cada novo título é aguardado com enorme ansiedade e raramente defrauda expectativas. Apesar de tudo isso, Final Fantasy X gerou ainda mais curiosidade, por se tratar do primeiro capítulo da série a contar com vozes nos personagens, e claro está, com uns gráficos de ponta, não só para a altura em que foi feito, mas mesmo ainda hoje.

Yuna acaba por ser o porta-estandarte deste grande marco. Em Final Fantasy X é a clássica “dama em apuros”, uma princesa de porcelana em quem são depositadas as esperanças da humanidade. Na sequela do jogo, Final Fantasy X-2, Yuna é alvo de uma mudança radical de personalidade, adoptando um estilo mais activo, mais guerreiro e sobretudo, ainda mais atraente.

Cortana (Halo)

CortanaCortana

Se para si, o amor deve ser platónico, Cortana é provavelmente a rapariga ideal: tão virtual quanto possível, nem no universo Halo é real: trata-se apenas de um holograma. O seu papel nos jogos é de enorme importância, sendo quem fornece informações vitais a Master Chief, e de uma forma mais alargada, quem relata a evolução da história ao jogador.

Presente desde o primeiro momento, tem-se tornado num dos principais símbolos da saga Halo (a par da figura imponente de Master Chief), e de uma forma bastante estranha, também num símbolo sexual. Será que o facto de ser literalmente intocável a torna mais apetecível?

Isabella Valentine (Soul Calibur)

Isabella ValentineIsabella Valentine

Carinhosamente chamada “Ivy”, é dotada de um par de armas que impressionam qualquer inimigo: um chicote e uma espada (tecnicamente, é uma espada que se transforma em chicote, mas o trocadilho era inevitável). Além disso, tem um guarda-roupa que faria inveja a qualquer actriz do cinema mais alternativo (não nos referimos a Cannes), o que levanta uma questão muito pertinente: como consegue lutar sem perder a compostura?

Guarda-roupa (ou falta dele) à parte, Ivy é uma das principais estrelas da aclamada saga Soul Calibur, presente deste o primeiro título, em 1998. O jogo caracteriza-se pelas aparições especiais de personagens de outros jogos ou séries (já marcaram presença, por exemplo, Link, Darth Vader e Yoda), mas quem quer saber de elfos, siths ou… o que quer que seja o Yoda, quando temos Ivy?

Sophitia (Soul Calibur)

SophitiaSophitia

Se miúdas de cabelos brancos não são bem o seu estilo, talvez lhe interesse mais esta loira. Oriunda da Grécia, com o original nome “Sophitia” (quem se lembraria de estabelecer essa relação?), é, para cúmulo, filha de um padeiro. Reza a sua história que quando passeava pelas florestas de Atenas, lhe apareceu Hefesto, deus grego do fogo. Este revelou a Sophitia a existência da maléfica “Soul Edge”, e ordenou-lhe que a fosse destruir, dando-lhe para isso a espada do Olimpo, sua arma no jogo.

Tem nessa espada e no escudo os seus principais atributos, que ostenta com orgulho e perícia contra inimigos e inimigas. Tal como Ivy, faz também parte da saga Soul Calibur desde o início, tendo ficado em 2º lugar na votação de personagens mais populares do jogo.

Dead or Alive

KatsumiTina ArmstrongHelenaChristieAyane

Este jogo consiste, basicamente, em personagens femininas tão sexy quanto possível. Consta que pelo meio existem lutas e outros jogos, mas com a evolução que a saga tem tido (e que já deu origem a dois filmes), quase custa chamar-lhe um jogo de luta.

Críticas à parte (e não têm sido poucas), os diversos títulos têm-se tornado um enorme sucesso, sejam os de luta, sejam as variantes com jogos de praia (como por exemplo o famoso voleibol de praia), o que prova que a estratégia é acertada.

 

Katsumi é provavelmente a personagem mais popular da saga – foi também a personagem principal do filme.

 

Tina Armstrong é outra das personagens forte do jogo. Filha de um wrestler norte-americano, entra no torneio Dead of Alive para provar que é capaz de algo mais. É das poucas personagens a ter marcado presença logo desde o início, sem nunca ter falhado nenhuma edição. Não é fácil perceber porquê?

 

Helena surgiu no segundo jogo, entrando no torneio para se vingar dos assassinos dos pais. Mais tarde viria a ser revelado que a assassina da sua mãe era nem mais nem menos que Christie.

 

Christie nasceu apenas no terceiro jogo. É uma assassina de sangue frio, que aos poucos tem evoluído para uma autêntica “vamp” sedutora. Algo que já tínhamos suspeitado, a julgar pelas imagens…

 

Ayane era, no primeiro jogo, um saco de pancada. Literalmente: era apenas um boneco de treino! Acabou por evoluir para uma personagem completa nos jogos seguintes, assumindo cada vez mais protagonismo.

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