Já agora, estava aqui a passar e achei que devia perguntar. Tenho algumas amigas que já fiz no Hi5 e com as quais falo no messenger diariamente, especialmente 2. Na realidade nunca percebi bem qual a piada de conhecer alguém na Net e estar pra ali a teclar e cenas... como alguns amigos meus passam os dias. Na realidade também já me converti e esta coisa de tar a teclar sem alguém estar a ver tem a sua piada.

Pronto, vamos ao que interessa, é que as miúdas ambas já me chagaram que me querem conhecer pessoalmente. Gosto das duas, mas na realidade até tenho medo de as conhecer porque uma coisa é nós olharmos para as fotografias e tal e falarmos através do monitor, outra coisa é conhecer ao vivo.

Pah, pronto, é do género que me parece que vou desapontá-las, mas curto as duas e até as gostava de conhecer.

Olha lá que fazias tu?

[Questão colocada por uma leitor que deseja manter o anonimato.]

Resposta do Y Man: 

Primeiro estranha-se depois entranha-se, já lá diz o ditado. De facto tenho mesmo um amigo meu que se recusa a comunicar com outras pessoas através da internet qualquer que seja o método utilizado: chat, site de comunidade, fórum, etc. O que eu acho é que o problema é sempre dele porque não sabe a oportunidade que está a perder.

Os sites de comunidades têm crescido ao longo do tempo em número e em dimensão e isso traduz-se num maior leque de oportunidades para nós de, não só partirmos à “conquista” qual Fernão de Magalhães virtual (e quer queiramos quer não esse é o objectivo de, diria, 80% dos homens que frequentam esse tipo de sites), mas também de conhecermos mais pessoas e socializarmos com um maior número de pessoas do que as existentes no nosso espaço físico circundante. Por isso, desde já, deixe-me dar-lhe os parabéns por se ter adaptado aos novos tempo, às novas ideias e aos novos formatos de comunicação (afinal eles estão aí para aproximar as pessoas).

Existe no entanto a diferença entre falar atrás de um ecrã e falar com alguém frente-a-frente. Por um lado, atrás do ecrã somos autoconfiantes, não temos medo daquilo que possamos dizer, e temos sempre aquela segurança de que do outro lado “ela é bem gira” (é o que as fotos nos dizem). Frente a frente, existe uma maior expressividade, um contacto visual que pode falar mais do que as próprias palavras, ou expressões corporais que podem ou não demonstrar a nossa personalidade e a nossa confiança (ou falta dela). Para as mulheres o sentimento é exactamente igual. Ou seja, embora a internet seja um veículo excelente de socialização, e uma ferramenta cada vez mais indispensável para fazer novos contactos, falar com alguém pessoalmente é, e será sempre, the real deal. As fotos podem enganar muito (eu sei disso), mas pelo menos já dá para ter uma ideia da pessoa (o ser humano vive de estímulos, e em termos relacionais, admitam ou não, a atracção física é o estimulo mais importante e aquele que tem um peso mais imediato no principio de uma relação). E depois existe tudo o resto para além do impacto visual que acaba por ser o impulsionador do encontro pessoal após contacto na internet: a conversa, a simpatia, a empatia, a própria curiosidade em conhecer cara-a-cara, e todo um conjunto de factores que fazem do “momento da verdade” (nada a ver com o filme do Sr. Miyagi) um momento inesquecível para quem o vive.

No seu caso, nem pensava duas vezes. Se já gosta das duas “virtualmente”, só tem a ganhar mais no espaço real. Afinal, o mais difícil, que seria sempre a primeira abordagem e o primeiro contacto, já está ultrapassado. A partir daí é só vantagens!

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O QUE DEVO USAR NO MEU ANUS DEPOIS DO SEXO ANAL ?
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